sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Dia Paroquial do Doente - Paróquia do Piquinho / Mensagem Bento XVI dia doente
No próximo Domingo realiza-se na nossa paróquia o Dia Paroquial do Doente, pelas 10h será o acolhimento de todos os doentes, em seguida realiza-se a Eucaristia e depois teremos um pequeno convívio para todos realizado pela Conferência Vicentina da Paróquia.
É uma maneira de trazer os doentes que há muito tempo não estão na sua igeja paroquial, uma forma de convívio e de alegria para os nossos doentes!
MENSAGEM DE BENTO XVI PARA O DIA DO DOENTE:
Queridos irmãos e irmãs,
Por ocasião do Dia Mundial do Doente, que celebraremos no próximo dia 11 de fevereiro de 2012, memória de Nossa Senhora de Lourdes, desejo renovar a minha proximidade espiritual a todos os doentes que se encontram nos locais de reabilitação e são acolhidos nas famílias, exprimindo a cada um a solicitude e afeto de toda a Igreja. No acolhimento generoso e amoroso de toda a vida humana, sobretudo daquela fraca e doente, o cristão exprime um aspecto importante do próprio testemunho evangélico, sob o exemplo de Cristo, que se inclinou sobre os sofrimentos materiais e espirituais do homem para curá-lo.
Neste ano, que constitui a preparação mais próxima do solene Dia Mundial do Doente que se celebrará na Alemanha no dia 11 de fevereiro de 2013 e que se deterá sobre a emblemática figura evangélica do samaritano (Lc 10, 29-37), gostaria de destacar os Sacramentos da Cura, isto é, o sacramentos da penitência e da reconciliação e da unção dos doentes, que possuem os seus naturais cumprimentos na comunhão eucarística.
O encontro de Jesus com os dez leprosos, narrado no Evangelho de São Lucas (Lc 17, 11-19), em particular as palavras que o Senhor dirige a um deles: “Levanta-te e vai; a tua fé te salvou!” (v.19), ajudam a tomar consciência da importância da fé daqueles que, agravados pelo sofrimento e pela doença, se aproximam do Senhor. No encontro com Ele podem experimentar realmente que quem crê não está nunca sozinho. Deus, de facto, no seu Filho, não nos abandona nas nossas angústias e sofrimentos, mas é-nos próximo, ajuda-nos a levá-los e deseja curar o nosso coração (Mc 2, 1-12).
A fé daquele único leproso que, vendo-se curado, cheio de admiração e alegria, diferente dos outros, regressa imediatamente a Jesus para manifestar o próprio reconhecimento, demonstra que a saúde reconquistada é sinal de algo mais precioso que a simples cura física: é sinal da salvação que Deus nos dá através de Cristo; a mesma encontra expressão nas palavras de Jesus: “a tua fé te salvou”. Quem, no próprio sofrimento e doença invoca o Senhor tem a certeza que o Seu Amor não nos abandona nunca, e que também o amor da Igreja, prolongamento no tempo da sua obra salvífica, não deixa de ser manifestado. A cura física, expressão da salvação mais profunda, revela assim a importância que o homem na sua integralidade de alma e corpo representa para o Senhor. Casa sacramento exprime e atua a proximidade de Deus, o qual, em modo absolutamente gratuito nos toca por meio das realidades materiais, que Ele assume ao seu serviço, fazendo disso instrumentos do encontro entre nós e Ele mesmo (Homilia Santa Missa do Crisma, 1 de abril de 2010). “A unidade entre criação e redenção se tornam visíveis. Os sacramentos são expressão da corporeidade da nossa fé que abraça corpo e alma, o homem inteiro” (Homilia Santa Missa do Crisma, 21 de abril de 2011)
A missão principal da Igreja é certamente o anúncio do Reino de Deus, 'mas exatamente esse anúncio deve ser um processo de cura', enfaixar as chagas dos corações partidos (Is61,1), segundo o encargo confiado por Jesus aos seus discípulos. (Luc 9, 1-2; Mt 10,1.5-14; Mc 6, 7-13. O binómio entre saúde física e renovação das dilacerações da alma nos ajuda, portanto, a compreender melhor os sacramentos da cura.
O sacramento da Penitência já esteve por diversas vezes no centro das reflexões dos Pastores da Igreja, exatamente por causa da grande importância no caminho da vida cristã, a partir do momento que todo o valor da Penitência consiste no restituir-nos à graça de Deus unindo-nos a Ele em íntima e grande amizade (Catecismo da Igreja Católica, 1468). A Igreja, continuando o anúncio do perdão e da reconciliação ressoado por Jesus, não cessa de convidar a humanidade inteira a converter-se e a crer no Evangelho. Esse é o apelo do apóstolo Paulo: “Em nome de Cristo, sejamos embaixadores: através de nós é o próprio Deus que exorta. Vos suplicamos em nome de Cristo: deixai-vos reconciliar com Deus (2Cor 5,20). Jesus, na sua vida, anuncia e torna presente a misericórdia do Pai. Ele veio não para condenar, mas para perdoar e salvar, para dar esperança também na escuridão mais profunda do sofrimento e do pecado, para doar a vida eterna; assim no sacramento da Penitência, no remédio da confissão, a experiência do pecado não degenera em desespero, mas encontra o Amor que perdoa e transforma (João Paulo II, na Exortação Apost. Pós-Sinodal Reconciliação e Penitência, 31) Deus, rico em misericórdia (Ef 2,4), como o pai na parábola evangélica (Lc 15, 11-32), não fecha o coração a nenhum dos seus filhos, mas os espera, os procura, os atinge onde a rejeição da comunhão aprisiona no isolamento e no desespero, pode transformar-se assim em tempo de graça para entrar em si mesmos, e como o filho pródigo da parábola, repensar na própria vida, reconhecendo os erros e faltas, sentir a saudade do abraço do Pai e repercorrer o caminho em direção à sua Casa. Ele, no seu grande amor, olha sempre a nossa existência e nos espera para oferecer a cada filho que volta para Ele, o dom da plena reconciliação e da alegria.
Pela leitura dos Evangelhos, emerge claramente como Jesus mostrou particular atenção aos doentes. Ele não somente enviou os discípulos a curar-lhes as feridas (Mt 10, 8; Luc 9,2; 10,9), mas também instituiu para eles um sacramento específico: a unção dos Doentes. A carta de Tiago, atesta a presença desse gesto sacramental já na primeira comunidade cristã (5, 14-16): com a unção dos doentes, acompanhada pela oração dos presbíteros, toda a Igreja recomenda os doentes ao Senhor sofredor e glorificado, a fim que alivie as suas penas e os salve, e ainda os exorta a unirem-se espiritualmente à paixão e à morte de Cristo, para contribuir para o bem do Povo de Deus.
Tal Sacramento nos leva a contemplar o dúplice mistério do Monte das Oliveiras, onde Jesus se encontrou dramaticamente diante da via indicada pelo Pai, aquela da Paixão, do supremo ato de Amor, e a acolheu. Naquela hora de prova, Ele é o mediador, transportando em si, assumindo em si o sofrimento e a paixão do mundo, transformando-a em grito em direção a Deus, levando-a diante dos olhos e nas mãos de Deus, e assim, levando-a realmente ao momento da redenção (Lectio Divina, Encontro com o Clero de Roma, 18 de fevereiro de 2010). Mas o horto das oliveiras é também o lugar do qual Ele se elevou ao Pai, e é também o lugar da redenção. Este dúplice Mistério do Monte das Oliveiras é também sempre ativo no óleo sacramental da Igreja, sinal da bondade de Deus que nos toca (Homilia, Santa Missa do Crisma, 1 de abril de 2010). Na unção dos doentes, a matéria sacramental do óleo nos vem oferecida, por assim dizer, como remédio de Deus, que agora nos torna certos da sua bondade, nos deve reforçar e consolar, mas que, ao mesmo tempo, além do momento da doença, nos traz a cura definitiva, a ressurreição (Tiag 5, 14)
Este Sacramento merece hoje uma maior consideração, seja na reflexão teológica, seja na ação pastoral junto dos doentes. Valorizando os conteúdos da oração litúrgica que se adaptam às diversas situações humanas ligadas à doença e não somente quando se está no fim da vida (Catecismo da Igreja Católica, 1514), a unção dos enfermos não deve ser tida como um 'sacramento menor' em relação aos outros. A atenção e o cuidado pastoral em relação aos doentes, se de um lado é sinal da ternura de Deus para quem está no sofrimento, por outro lado traz vantagem espiritual também aos sacerdotes e à toda a comunidade cristã, na consciência que quando algo é feito ao mais pequeno, é feito ao próprio Jesus (Mat 25,40).
A propósito dos sacramentos da cura, Santo Agostinho afirma: “Deus cura todas as suas enfermidades. Não temais portanto: todas as suas enfermidades serão curadas. Tu deves somente permitir que Ele te cure e não deves rejeitar as suas mãos” (Exposição sobre o Salmo 102). Trata-se de meios preciosos da Graça de Deus, que ajudam o enfermo a conformar-se sempre mais plenamente com o Mistério da Morte e Ressurreição de Cristo. Junto a estes dois sacramentos, gostaria de sublinhar a importância da Comunhão. Recebida no momento da doença, contribui, de maneira singular, para operar tal transformação, associando quem se alimenta do Corpo e do Sangue de Jesus à oferta que Ele fez de Si mesmo ao Pai para a salvação de todos. Toda a comunidade eclesial, e as comunidades paroquiais em particular, prestem atenção em assegurar a proximidade com frequência da comunhão sacramental àqueles que, por motivos de saúde e de idade, não podem ir aos locais de culto. Desta forma, a estes irmãos e irmãs, será oferecida a possibilidade de reforçar o relacionamento com Cristo crucificado e ressuscitado, participando, com a vida oferecida por amor de Cristo, à própria missão da Igreja. Nesta perspetiva, é importante que os sacerdotes que prestam as suas delicadas obras nos hospitais, nas casas de reabilitação e em cava dos doentes, se sintam verdadeiros ministros dos doentes, sinal e instrumento da compaixão de Cristo, que deve chegar a cada homem marcado pelo sofrimento (Mensagem para a XVIII Dia Mundial dos Doentes, 22 de novembro de 2009).
A conformação ao Mistério pascal de Cristo realizada também mediante a prática da Comunhão espiritual, assume um significado particular quando a Comunhão é ministrada e acolhida como Viático. Naquele momento da existência ressoam em modo ainda mais incisivo as palavras do Senhor: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna e Eu o ressuscitarei no último dia (Jo 6,54). A Comunhão, de fato, sobretudo como Viático é, segundo a definição de Santo Inácio de Antioquia, remédio de imortalidade, antídoto contra a morte, sacramento da passagem da morte para a vida, deste mundo ao Pai, que a todos espera na Jerusalém celeste.
O tema desta mensagem para o 20.º Dia Mundial do Foente, “Levanta-te e vai, a tua fé te salvou”, olha também para o próximo “Ano da fé” que começará em 11 de outubro de 2012, ocasião propícia e preciosa para redescobrir a força e a beleza da fé, para aprofundar os conteúdos e para testemunhá-la na vida de cada dia. (Carta Apostólica Porta da Fé, 11 de outubro de 2011). Desejo encorajar os doentes e sofredores a encontrar sempre uma âncora segura na fé, alimentada pela escuta da Palavra de Deus, pela oração pessoal e pelos sacramentos, enquanto convido os Pastores a serem sempre mais disponíveis para as celebrações com os doentes. Sob o exemplo do Bom pastor e como guias do rebanho confiado a Eles, os sacerdotes manifestem-se cheios de alegria, atenciosos com os mais fracos, os simples, os pecadores, manifestando a infinita misericórdia de Deus com as palavras seguras da esperança (Santo Agostinho, carta 95)
A todos os que trabalham no mundo da saúde, como também as famílias que nos próprios parentes vêem o rosto sofrido do Senhor Jesus, renovo o meu agradecimento e da Igreja, porque, na competência profissional e no silêncio, mesmo sem proferir o nome de Cristo, O manifestam concretamente (Homilia, Santa Missa do Crisma, 21 de abril de 2011)
A Maria, Mãe da Misericórdia e saúde dos doentes, elevamos o nosso olhar confiante e a nossa oração, à sua materna compaixão, vivida ao lado do Filho que morria na cruz, acompanhe e sustente a fé e a esperança de cada pessoa doente e sofrida no caminho da cura das feridas do corpo e do Espírito.
A todos asseguro a minha lembrança na oração, enquanto dirijo a cada um uma especial bênção apostólica.
Bento XVI
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Passeio e Convívio dos Acólitos do Piquinho - 22 de Janeiro de 2012
No passado Domingo, 22 de Janeiro de 2012 parte do grupo de Acólitos do Piquinho tiveram um dia de passeio e de convívio com partida de Machico pelas 9h em direcção à Igreja de Santa Cecília onde participamos na Eucaristia das 9:30h. No final da Eucaristia o responsável pelo grupo dos acólitos Duarte teve amabilidade de nos mostrar as instalações desta recente igreja paroquial. Agradecemos a sua amizade bem como ao Pe. Caldeira pela maneira simpática com nos recebeu...
Continuando o passeio fomos em direcção á Ribeira Brava a fim de comprarmos os alimentos para o nosso almoço e subimos pela Encumeada e até ao Paúl da Serra e em direcção à Ribeira da Janela onde almoçamos.
Após o almoço seguímos em direcção ao Porto Moniz, Santa onde paramos no recinto da feira do gado onde realizamos uns jogos muito engraçados e foi um momento de diversão!!!
Seguimos em direcção à Ponta do Pargo onde estiveram a brincar à bola e a apreciar as vistas...
Seguindo caminho mais uma paragem para o lanche e sempre em frente fomos em direcção aos Prazeres onde fomos visitar a Quinta Pedagógica e foi um momento muito interessante no qual realizamos igualmente uma visita à Igreja Paroquial dos Prazeres.
Descemos em direcção à Calheta onde fomos deliciar-nos com um gelado e um passeio pela marina e ouve mais um tempo para um jogo na areia amarela...
Seguimos em direcção a Machico e com a alegria por mais este convívio do nosso grupo de acólitos.
Queremos agradecer a todos os pais, aos motoristas que nos levaram, o Bruno e o Patrício e ao nosso Pároco Pe. Ramos também pela sua ajuda, incentivo e amizade!
Mais fotografias no nosso facebook!!!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Brevemente DVD: 50 Anos de História - Paróquia do Piquinho
Decorrendo da iniciativa da exposição de fotografias já realizada na Paróquia do Piquinho, está em fase de concepção um DVD onde irá conter todas as fotografias da exposição de uma forma ordenada desde a fase da criação da paróquia até aos nossos dias.
Segundo Patrício Sousa, este DVD vem de encontro a algumas solicitações de fotografias e é uma forma dos paroquianos levarem para as suas casas uma recordação da história da sua paróquia.
Cada DVD terá um custo de 10 Euros e o lançamento está previsto para meados do mês de Fevereiro, sendo as receitas para as despesas relacionadas com a realização da exposição.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Terminou a Exposição dos 50 Anos de História da Paróquia do Piquinho - Machico
Esteve patente ao público em geral uma exposição sobre os 50 Anos da Paróquia, desde o dia 23 de Dezembro de 2011 até ao dia 15 de Janeiro de 2012 no Salão da Igreja Paroquial. Agradecemos a todos quantos colaboraram e visitaram esta exposição por forma a ter sido realmente uma aposta ganha.
Mais fotografias podem ser visualizadas no nosso facebook.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Convívio dos Acólitos da Paróquia do Piquinho
Está a ser planeado um dia de convívio entre os elementos do grupo de acólitos, será no dia 22 de Janeiro e teremos também a Eucaristia ainda a marcar.
Será para estarem todos na Igreja do Piquinho pelas 8:30h e trazerem cerca de 5 euros!
Será um dia de passeio e de convívio com um almoço na Serra, desfrutar das lindas paisagens da nossa ilha, fortalecer e cativar mais jovens para o grupo de acólitos...
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Abertura da Catequese na Paróquia do Piquinho
A catequese na Paróquia do Piquinho inicia para todos os anos no próximo Sábado dia 7 de Janeiro de 2012...
Missa da Benção das Crianças e dos Doentes - Paróquia do Piquinho
No próximo Domingo como já é habitual teremos na Eucaristia das 10:30h a Benção das Crianças e dos Doentes numa cerimónia que terá a repetição da Anunciação do Anjo.
As crianças e os doentes devem participar em grande número a fim de receberem as bençãos neste início de ano novo de 2012.
Logo após a cerimónia teremos a abertura por momentos da exposição dos 50 Anos de História. Da parte da tarde abrirá das 16h até às 18h.
Faça uma visita!
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